WOOLRIDGE, Angelinne Savannah

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WOOLRIDGE, Angelinne Savannah

Mensagem por Angelinne S. Woolridge em Seg Jan 12, 2015 8:08 pm

Angelinne Savannah Woolridge
20/11/1998 | 16 ANOS | POPULAR GIRLS+PARTY PEOPLE | JOANNA KUCHTA
"all I ever wanted was the world"
personality
Talvez a garota seja a pessoa mais verdadeira e sincera que conhecerá na sua vida. Quando se menciona “sincera” como uma característica de uma pessoa você automaticamente deve imaginar uma pessoa desbocada que fala tudo o que pensa de uma forma agressiva, talvez Angelinne seja assim (um pequeno talvez), mas nem sempre, costuma tratar as pessoas com gentileza e com bastante carisma, mas isso também nem sempre acontece. Angelinne é conhecida por causar bastantes confusões e escândalos. Ela simplesmente não liga para o que as pessoas dizem, mas não é bom que você mexa com ela. Angelinne só liga para estar na boca do povo, tanto é que usa como bordão “fale bem, ou fale mal, mas fale de mim”, e o segue muito bem.

Angelinne nutre um certo amor por si a ponto de ser consideravelmente narcisista – o que talvez seja um problema já que ela não suporta pesar um quilo a mais do que o desejado – e as vezes ela chega até a ser irritante de tão convencida. O negócio é que Angelinne gosta de ser notada, adorada, amada, e durante um período da sua vida ninguém fez isso (fizeram, aliás, o contrário), então ela percebeu que quem tinha que gostar dela era ela mesma.

Já fora chamada de muitas coisas: vadia, vagabunda, puta, sem vergonha. Mas é isso o que se ganha quando se vive em uma sociedade machista e patriarcal e você simplesmente faz o que quer, tanto com homens quanto com mulheres. Angelinne não tem medo de se envolver com ninguém, se envolve com garotos e com garotas, com homens já casados e com mulheres já feitas, com universitários e com universitárias. Nunca foi muito sentimental, e ficava simplesmente por ficar, e não importava, sempre queria mais. Mas isso vem de um sentimento escondido e profundo, o de querer amar e ser amada.
life story
A neve caía fora do hospital, era um dia bastante frio em Varsóvia, a capital da Polônia. Barbara Kowalewski fazia força para dar a luz a uma criança, ela sentia dor e alegria ao mesmo tempo. Sua mãe a olhava e pedia com que ela fizesse mais força para que a criança saísse de dentro dela, o marido se emocionava em um canto (ele voltara da Rússia especialmente para ver o nascimento da filha, mesmo estando em negócios importantes). Após uma hora de trabalho de parto, uma grande garotinha, de pele pálida e de choro escandaloso havia saído de dentro de Barbara. Klaus Woolridge, durante toda a sua vida fora um homem alegre, feliz, mas depois de algum tempo foi se entediando e ficando cada vez menos contente com a vida que levava, mas quando ele segurou a filha no braço, foi como se toda a juventude perdida nos anos oitenta voltasse ao seu corpo novamente. O que veio em seguida para Barbara só a tornou mais forte, pois ela sabia que precisava ser forte pela filha. O frio, a volta do marido para a Rússia, a morte do irmão mais novo e dos pais e a rápida mudança de vida.


Klaus voltou para o Texas, já que ele trabalhava no ramo de negócios de petróleo, mas Barbara não gostou muito do Texas, e voltou para Varsóvia. Ficou na Varsóvia por poucos três meses, então o seu marido avisou que havia encontrado a cidade perfeita para eles se mudarem. Logo Barbara e sua filha já estavam de volta a América. Clermont era o nome da cidade sugerida pelo marido, Barbara adorou o local, tudo ali era tão... Diferente. As casas, o ambiente, o clima, as pessoas que passavam pela rua. Não foi tão difícil arrumar uma babá e transferir a sua agência de modelos para Clermont, Barbara viu em Clermont uma nova chance de ser feliz, e passar mais tempo com o marido.


A felicidade era como o capim nos pastos das fazendas da Pensilvânia. Klaus arrumou mais tempo para ficar com Barbara, e as empresas de ambos se desenvolviam de uma maneira maravilhosa. A filha, Angelinne – a quem eles carinhosamente chamavam de Angel – era o orgulho deles, era inteligente, bonita e era gentil com todos – com apenas poucos sete anos Angelinne já ajudava na caridade para idosos sem teto e ajudava a cuidar de animais feridos. Mas apesar de bonita, Angelinne não era consideravelmente magra, o que a fazia uma perdedora no colégio. Foram dias horríveis, cada um deles, no qual era ofendida simplesmente porque pesava mais do que segundo os colegas deveria. Mas por que a beleza exterior importava tanto? E não a interior? Todos eram tão fúteis. Mas que sabiam abalar os sentimentos de Angel, eles sabiam.


Sentia-se tão imperfeita, tão feia, na verdade, horrível, se sentia verdadeiramente um monstro. Comparada a todas as modelos que a mãe conhecia era tão insignificante, era tão inútil. Ela sentia até mesmo que os pais não gostavam dela, já que até mesmo os mesmos faziam piadinhas com o peso da garota – certa vez, na frente de amigos de escola, o pai a chamou de “Pneuzinho de trator”. Angel se sentia tão mal com tudo, tudo ao seu redor fazia com ela se sentisse pior, o corpo da mãe e de suas modelos, os comentários sem graça do pai, as amigas de sua tia e as garotas populares de seu colégio.


A vida para Angelinne era um verdadeiro saco, não aguentava mais as piadinhas, não aguentava mais as zombações e as pegadinhas sem graça que faziam com ela, ela estava tão farta de tudo... Até a oitava série. Na oitava série, Angelinne Woolridge descobriu o maravilhoso poder da escova em sua garganta. Durante as férias da sétima para a oitava série, provocava vômito umas três vezes por dia e se importava com cada comidinha que colocaria em sua boca. Deixou o cabelo crescer, mudou o visual completamente e parou de correr atrás das pessoas, começou a aparentar mais confiante, e as pessoas que começaram a vir até ela. A vida era finalmente maravilhosamente colorida. Mas desde então Angelinne é super preocupada com a sua aparência. Para fechar a sua nova fase da vida com chave de ouro convenceu os pais a mudarem ela para a Clermont Day School.


Bonita e destemida, Angelinne ganhou o coração de vários rapazes, aos quais ela fazia questão de simplesmente iludir e depois os descartar... Mas então surgiu um rapaz diferente dos outros: mais velho. Quanto mais velho? Você deve se perguntar, e a resposta é: pai de uma das amigas de Angel. Ela tinha treze anos quando foi para a cama com um homem de trinta e três anos. Ele foi bastante calmo com ela na hora de retirar-lhe a virgindade, a atração era recíproca, e aquelas mãos fortes entre as suas pernas a deixava bastante excitada. O caso durou um ano, até que Angelinne, por descuido, acabou ficando grávida.


De inicio ela nem reparou que estava grávida, após algumas semanas desde a última vez que estivera com o homem começou a sentir enjôo, a mãe já estava desconfiada, mas foi o pai quem a levou ao médico e descobriu que ela estava grávida. Os pais não lidaram bem com isso, mas não chegaram a expulsá-la de casa e coisas to tipo, apenas tiveram uma conversa sobre sexo e proteção. Os pais de Marcus quando ficaram sabendo logo se mudaram, não se sabe para onde, mas que foi para longe foi. Angelinne já estava destinada a ser mãe solteira, e os pais já disseram que a ajudariam no que for possível.


A gravidez só foi até o quarto mês. Angelinne nunca ficou tão assustada em toda a sua vida. Viu sangue por todo o banheiro, o pai entrou correndo, logo tomou a filha no colo e a levou para o hospital e realmente ela havia perdido a criança. Angel sofreu muito, mas decidiu que não iria se mostrar fraca perante a situação. Ninguém da sua escola ficou sabendo sobre a sua gravidez, eles apenas notaram que ela estava faltando um pouco demais. Todos pensaram que estavam se preocupando a toa já que Angel certo dia já voltou normal para escola, como se nada tivesse acontecido. Mas é isso que Angel faz a respeito da sua bulimia, da sua anorexia e da sua gravidez indesejada: age como se nada tivesse acontecido.


carol | se quiser mp | 17
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Angelinne S. Woolridge

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